Infraestrutura

A infraestrutura do Rio Grande do Norte tem qualidade acima da média do Nordeste e do Brasil, embora ainda seja insuficiente para atender a economia do Estado. A demanda por investimentos é cada vez maior, especialmente em ferrovias e portos para a ampla movimentação de pessoas e cargas pelo território, e o setor está em pleno desenvolvimento.

As ferrovias são essenciais para o transporte de cargas pesadas como o minério de ferro, que tem uma produção cada vez maior no Estado. São importantes também em uma estratégia mais geral de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, promovendo a integração física potiguar.

As rodovias, embora sejam hoje utilizadas para essas grandes cargas, acabam deterioradas pelo excesso de fluxo de veículos e de peso. Elas são muitos importantes para a integração do Estado em uma modalidade de transporte de cargas mais leves, até o destino final.

Os portos do Rio Grande do Norte sofrem com limitações de calado, e a solução utilizada para o sal pode ser replicada para outros tipos de cargas, com a criação de outro porto offshore em um ponto da costa que permita o acesso de grandes navios de carga.

O aeroporto internacional em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal, permite a ampliação da capacidade com rapidez, além de promover a intermodalidade com ferrovias e rodovias e de sua proximidade da Zona de Processamento de Exportação de Macaíba (ZPE). Outros equipamentos aeroportuários menores podem ser adaptados e reformados, intensificando a conexão entre os principais polos regionais do Estado.

O Rio Grande do Norte possui ampla oferta de energia e continuará a expandir sua infraestrutura para o setor. O Estado possui gasodutos conectados à rede nacional, cobrindo toda a sua costa, mas com pouca integração com o interior do Estado. A refinaria da Petrobrás garantirá também o refino de todo o petróleo extraído no Rio Grande do Norte, com eventuais importações de petróleo. A distribuição de energia elétrica tem qualidade crescente e com reduções consecutivas dos indicadores de interrupção, entre os melhores do Nordeste.

Nas telecomunicações, o Rio Grande do Norte tem um crescimento proporcionalmente baixo dos acessos em telefonia móvel, em parte em razão da lenta expansão do número de antenas. Por outro lado, é o Estado nordestino com maior percentual de municípios conectados à internet.

 

Veja mais: